quinta-feira, abril 03, 2014

#Top10-02# - 10 raças de cães que não existem mais

10 raças de cães que não existem mais

Quais raças de cães poderiam ter existido na época de Jesus? E na Idade Média? Com certeza, devem ter existido linhagens que provavelmente não sobreviveram à passagem das gerações.



1 – Kuri

A raça Kuri foi levada, provavelmente, do leste da Polinésia para a Nova Zelândia por volta do século 14. Embora seja dito que o cão era um companheiro favorito das mulheres Maori, nem todo mundo gostou da raça. "Eles eram traiçoeiros e nos mordiam frequentemente", escreveu Marie Julien Crozet, uma francesa que viajou para a Nova Zelândia como parte de uma expedição em 1771.Os cachorros Kuri foram muitas vezes descritos como feios e teimosos com um pobre sentido de olfato e a raça foi se perdendo, tornando-se extinta. Um exemplar empalhado de um Kuri está exposto atualmente no Museu Te Papa Tongarewa, na Nova Zelândia 


2 – Talbot

Este cão de caça branco era tão bem-visto na Idade Média, que muitos brasões de família da época apresentavam a sua imagem. Alguns historiadores acreditam que William, o Conquistador, levou a raça para a Inglaterra em 1066.
Apesar de ser um cão de caça, ele era um pouco lento, mas muito leal e tinha um excelente senso de olfato, sendo muitas vezes utilizado em batalhas. Os Talbot foram todos extintos no século 16, mas seu legado foi herdado por seu tatara-tatara-tatara-tatara-neto, o Beagle.


3 – Molossus

A raça amado pelos romanos e gregos, o Molossus foi o precursor do Mastiff, São Bernardo e outras raças grandes. Acredita-se que eles eram utilizados para a caça, pastoreio e para rinhas. Aristóteles era fã da raça e até escreveu sobre ela:
"É a raça ‘Molossian’ de cães, como são empregados na caça são praticamente os mesmos que em outros lugares, mas os cães desta raça são superiores aos outros em tamanho e na coragem com que eles enfrentam os ataques de selvagens".


4 – Cão de luta de Córdoba

Este cão cruel e poderoso, que é como uma mistura de Bull Terrier e Bulldog, foi utilizado para combates na Argentina. O grande problema dele é que, quando era hora de acasalar, os machos e fêmeas se atacavam violentamente como nas brigas, causando a falta de descendentes e consequente extinção.

5 – Cão Havaiano Poi

Assim como o Kuri, este cão tinha origem polinésia. Os cachorros Poi eram alimentados com uma dieta vegetariana pastosa e as suas cabeças tornaram-se grandes e planas, devido ao desuso dos ossos da mandíbula. Esta dieta também contribuiu para sua obesidade galopante e a raça começou a desaparecer no século 18, após o acasalamento com outros cães que foram introduzidos no Havaí.


6 – Paisley Terrier

Originário da Grã-Bretanha, o Paisley foi criado para ser uma variação menor do cão da raça Skye Terrier. Ele também foi pensado para ser um cão especialmente de estimação e mostras, sendo foi extinto depois que a demanda pela raça em exposições de cães diminuiu drasticamente.


7 – Braque du Puy

Este cão de caça nacional francês foi criado pela primeira vez no século 19 e, embora muitas raças semelhantes possam ser encontradas hoje, o Braque du Puy em sua forma original não existe mais. Ele era conhecido por ser rápido e flexível, de tamanho médio para grande.


8 – Cão D’água St. John

Esta raça é o antepassado dos retrievers modernos, incluindo o Flat Coated Retriever, o Chesapeake Bay Retriever, o Golden Retriever e o Labrador Retriever. A raça era originária de da província francesa no Canadá chamada Newfoundland e foram exportados em grande quantidade, dando origem às raças citadas acima após cruzamentos com outras.
As versões originais do St. John foram acabando lentamente, sendo que alguns permaneceram até o final século 20. Infelizmente, nos anos 70 só existiam dois, mas eram machos, o que causou a condenação final da raça.


9 –  Bullenbeisser

Conhecido também como buldogue alemão, esse cão era conhecido por sua força e agilidade. Cerca de 30 exemplares foram cruzados pela Boxer Kennel Club da Alemanha em 1900, com buldogues trazidos das Ilhas Britânicas e o resultado foi bom. Então, os proprietários alemães começaram a cruzar seus cães com todos os tipos de buldogues e boxers, que produziram uma raça indistinguível após a Segunda Guerra Mundial.
Uma razão pela qual tal quantidade de sangue alemão foi usada para criar o cão Boxer era o desejo de eliminar o excesso de cor branca da raça, e da necessidade de produzir milhares de cães para uma das raças mais populares do mundo. Com isso, o verdadeiro Bullenbeisser foi extinto.


10 – Coton de Reunion

O Coton de Reunion foi o ancestral de raças como Bichon Frisé e Maltês. A história conta que uma raça europeia chamada Bichon Tenerife foi levada para as Ilhas do Oceano Índico de Mauritus e Reunion por marinheiros e navios comerciais nos séculos 16 e 17.
Lá, os exemplares cruzaram com cães locais, dando origem a essa raça. Como você deve desconfiar, “Coton” em francês é o mesmo que “cotton” do inglês e significa algodão, como os pelos desses fofinhos se pareciam. 

Fonte: Mega Curioso 

#Top10-01# - 10 melhores séries de tv


Quem acompanha uma série fervorosamente sabe daquela necessidade de comentar um episódio muito bom, saber a opinião de outras pessoas sobre novos desdobramentos ou até mesmo sobre uma atitude de certo personagem que não agradou ninguém. O americano Kevin Wu também se sentia assim e, por isso, criou gráficos bem interessantes, usando os dados de rankings do IMDb para avaliar as séries episódio por episódio. Saiba agora quais são as 10 melhores séries de TV,dentre as mais votadas (ou seja, as mais populares) pelos usuários do IMDb – e veja quais os melhores e piores episódios dessas histórias.
1. Game of Thrones
game of thrones
A série melhor “rankeada” pelos usuários do site IMDb combina drama, luta pelo poder e fantasia.Game of Thrones já tem 3 temporadas e a quarta tem estreia prevista para abril. O episódio que o público mais gostou e comentou foi “Rains of Castamere”, o nono da 3ª temporada (em que mortes chocantes aconteceram) e o menos votado pelo público foi o segundo da 3ª temporada, “Dark Wings, Dark Words”.
2. Breaking Bad
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Breaking Bad conta a história de um pai de família que, após ser diagnosticado com câncer, começa a produzir e vender drogas. A série encerrou seu enredo na 5ª temporada, em 2013. O episódio melhor “rankeado” foi “Ozymandias”, o 14º da 5ª temporada, o antepenúltimo da série. Já o episódio mais odiado pelos fãs é o décimo da 3ª temporada: “Fly”, que contou a história de uma mosca solta no laboratório de metanfetamina.
3. The Walking Dead
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A série sobre a vida de um grupo de sobreviventes em um apocalipse zumbi é a terceira melhor avaliada entre os telespectadores. The Walking Dead está atualmente na sua 5ª temporada. O episódio preferido dos fãs é “Too Far Gone”, o número 8 da 4ª temporada, quando o principal vilão da série tentou tomar a prisão em que os sobreviventes se abrigavam. Já o pior, na opinião dos fãs, é “Still”, o 12º também da 4ª temporada.
4. Dexter
dexter
O seriado Dexter conta a história de um policial que, nas horas vagas, é também um serial killer e mata criminosos que escapam da justiça. A série terminou em 2013, na 8ª temporada. Pelos gráficos, fica bem claro que os fãs da série detestaram os rumos da última temporada. Tanto que o episódio com pior avaliação dos usuários do IMDb é o último da série, “Remember the Monsters?”. Já o episódio preferido entre os fãs é o último da 4ª temporada, “The Getaway”.
5. The Big Bang Theory
The Big Bang Theory
A série de comédia preferida dos usuários do IMDb é The Big Bang Theory: o seriado que tem nerds como protagonistas é o quinto mais bem avaliado no site. O episódio com melhor pontuação é o 11º da segunda temporada, “The Bath Item Gift Hypothesis”. Já o que está pior no ranking é o 11º da quinta temporada, “The Speckerman Recurrence”, quando Leonard enfrenta um antigo bully da escola.
6. How I Met your Mother
How I Met your Mother
O seriado que encerra sua trajetória de 10 anos e 9 temporadas em 2014 também apareceu no ranking. A última temporada é a que mais recebeu críticas dos telespectadores, sendo o 14º episódio, “Slapsgiving 3: Slappointment in Slapmarra”, o pior avaliado. Já o episódio preferido dos telespectadores foi aquele que mostrou como a tal mãe do título conheceu o protagonista, “How Your Mother Met Me, o 16º da nona temporada.
7. Friends
Friends
A série sobre os seis amigos em Nova York é uma das comédias mais queridas do mundo, com todas as temporadas consistentes e bem avaliadas, em geral. O episódio preferido dos espectadores é o que encerra a série, “The Last One: Part 2″, que foi ao ar em 2004. Já o episódio que os fãs da série parecem não gostar é o 21º da quarta temporada, “The One with the Invitation”, que conta a história do envio de convites para o casamento de Ross e Emily.
8. Lost
lost
Os mistérios de Lost ainda são motivo de discussão até hoje entre os fãs da série, que tratava de um avião que caiu numa ilha misteriosa e seus ~sobreviventes. A série teve muitos altos e baixos. O episódio “Fire + Water”, o 12º da segunda temporada, tem como foco a história do personagem Charlie e é o menos querido pelos espectadores. Já o melhor “rankeado” é o último episódio da 3ª temporada, “Through the Looking Glass”.
9. Sherlock
sherlock
Sherlock é uma série inglesa que conta com apenas três episódios por temporada. Apesar da pouca frequência nos episódios, o seriado é muito bem avaliado pelos telespectadores, o suficiente para estar no top 10. O segundo episódio da 1ª temporada, “The Blind Banker”, foi o que menos agradou. Já “The Reichenbach Fall”, o último episódio da 2ª temporada é considerado o melhor da série.
10. House
house
A série sobre um médico genial e antissocial que diagnosticava doenças complexas a cada episódio foi muito premiada e ainda é uma das favoritas do público. Pelos gráficos, House teve 8 temporadas consistentes, com algumas escorregadas no final. Por exemplo, “Blowing the Whistle”, o 15º da última temporada, foi o mais rejeitado pelos fãs. Já os episódios 15 e 16 da quarta temporada, “House’s Head” e “Wilson’s Heart”, que falam sobre um acidente de ônibus e os desdobramentos disso para os personagens, ficam praticamente empatados como preferidos dos espectadores.

#Mitos01# - Vampiros


Criaturas da noite que intrigam o imaginário do ser humano há mais de 4000 anos. Capazes de se transformar em morcegos, são 
imortais e muito fortes. Vampiros: mito ou realidade?
Vampiros são seres mitológicos que sobrevive se alimentando da essência vital de criaturas vivas (geralmente sob a forma de 
sangue), independentemente de ser um morto-vivo ou uma pessoa viva.
Embora entidades vampíricas tenham sido registradas em várias culturas, possivelmente em tempos tão recuados quanto a pré-história.

- Primeiros Relatos ->  civilizações de que se tem registro que já trataram sobre essa besta, foram a Babilônia, Grécia e Roma onde acreditava-se que o Vampiro poderia assumir a forma de uma terrível criatura, com aspecto bestial, chifres, dentes pontiagudos e grandes unhas ou até mesmo a forma de uma bela mulher que seduzia suas vítimas.


- Povo Hebraico -> Outro exemplo de uma vampira pode ser encontrado no folclore hebraico onde se narra a história de Lilith, que foi a primeira mulher de Adão, antes de Eva. Como reza a lenda, essa criatura fugiu do paraíso após ter sido ‘’traída’’ por Adão. Após sair do paraíso ela passou a perseguir todos os filhos que Adão teve com Eva. 


- Malásia -> Passando pela Malásia, a descrição do vampiro não se diferencia muito da de outros povos. Nesse caso, a criatura é peluda, tem asas, unhas e uma língua enorme. Esse vampiro costuma invadir casas a noite, atacando principalmente as que tiverem crianças, enfiando sua língua pelo telhado que ao alcançar a criança, abre um buraco nela, por onde ele pode sugar o seu sangue. O que se pararmos para pensar, tanto fisicamente quanto no modo de agir se assemelha a um morcego. Após esse momento que começa a ser assemelhada a imagem do vampiro com a de um morcego.


Drácula 



Conde Drácula é um personagem fictício que dá título ao livro de Bram Stoker escrito em 1897. O personagem é o mais famoso vampiro da ficção, e é, segundo o Guiness Book, o monstro fictício com maior número de aparições na mídia, diretas ou indiretas. O Conde Drácula pode ter sido inspirado no voivode (príncipe) Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundo muçulmano, (Turquia). Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro.
O pai de Vlad III, Vlad II, era membro de uma sociedade cristã romana (de Roma) chamada Ordem do Dragão, criada por nobres  da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul (dragão), e,  por conseqüência, seu filho passou a ser chamado Draculea (filho do dragão) - a terminação "ea" significa filho. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (“diabo”) que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos.Vlad III era conhecido por sua pervesidade e crueldade. Certa vez, dois súditos se esqueceram de tirar o chapéu para reverenciar sua chegada e, por causa disso, Vlad mandou pregar o chapéu em suas cabeças.Também dizem as lendas que um dia Vlad viu um aldeão com a camisa toda suja e lhe perguntou se sua esposa era saudável. O aldeão respondeu que sim e sua mulher teve ambas as mãos decepadas; e Vlad arrumou outra esposa para o aldeão e a mostrou o que acontecera com a antiga para que servisse de exemplo. Vlad tinha prazer em comer em frente de suas vítimas com os corpos empalados ouvindo seus gritos de agonia.
Muitos desses feitos levam a crer que Vlad III é a principal inspiração para o personagem, a crença que o conde Drácula é 
morto vivo veio de um fato que em uma de suas muitas batalhas ele levou um forte golpe na cabeça, que o deixou em coma, depois de ver o seu líder cair seus homens bateram em retirada levando consigo seu corpo e antes da fuga ser realizada, Vlad III acorda do coma como se nada tivesse acontecido e logo depois de recobrar os sentidos retornou a batalha levando seu exercito a vitória e a uma de suas mais sangrentas batalhas, criando assim a crença que ele havia retornado dos mortos como um morto vivo.

Poderes e habilidades

Embora sendo um personagem de domínio público, e estando sujeito a uma relativa alteração de habilidades de mídia para mídia, ele mantém poderes baseados em sua própria fisiologia vampírica e estudos de necromancia. Drácula tem força sobrehumana (de acordo com Van Helsing, tem a força de 20 homens); pode se transformar em lobo, morcego (ou numa chuva de morcegos equivalente a sua massa corpórea, como mostrado em Dracula: The Series); comanda criaturas noturnas e o clima; pode tornar-se névoa; pode hipnotizar e fazer outras pessoas vampiros assim como ele. Drácula, se não ferido por suas fraquezas , é imortal e não envelhece, e pode curar-se instantaneamente de ferimentos. Em ao menos duas referências, o Conde consegue tornar-se uma forma híbrida de morcego e humano, e pode queimar coisas ao toque (como fez isto com uma cruz
brandida por Van Helsing no filme).

Fraquezas

O Conde deve nutrir-se de sangue para sobreviver; ele não detém reflexos em espelhos; pode ser morto por uma estaca de madeira de lei cravada em seu coração (em algumas fontes ele também precisa ser decapitado para isso funcionar). Símbolos sagrados como a cruz e água benta podem afastá-lo ou feri-lo (embora que algumas versões ostentem que deve-se ter fé nos símbolos usados para funcionar), o alho e prata podem afastá-lo. Drácula aparentemente não pode cruzar água corrente, embora possa fazê-lo mediante uma embarcação. Drácula não entra em casas sem um convite.Um ramo de rosa silvestre em seu caixão o impede de sair. O Conde não sobrevive se exposto a luz solar.



Vampiros no cinema :

Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens, filme de 1922
Dracula, filme de 1931
Son of Dracula, filme de 1943.
Dracula (1958), filme de 1958.
The Brides of Dracula, filme de 1960.
Dracula: Prince of Darkness, filme de 1966.
Dentes de marmotinha, o drácula vai ao dentista (1973), 1973, direção e produção de Dan Curtis.
Dracula (1979), filme de 1979
Bram Stoker's Dracula, filme de Francis Ford Coppola (1992).
Drácula 2000, filme de 1999
Van Helsing (filme), filme de 2004.
Blade Trinity, filme de 2004.
Drácula 3000, filme de 2004.
Hotel Transylvania, filme de animação de 2012.
Dracula e Castelo Branco no Egipto, filme de animação de 2013

Jogos

Drácula, vilão principal da série Castlevania.
Anti-herói do jogo Dracula: Origin.
Chefe Final do jogo Nosferatu para Super Nintendo (SNES)
Chefe Final do jogo Master of Darkness para Sega Master System